O Autismo e o Consumo de Leite e Derivados. Pelo Colunista Portal Ronival Gonçalves

O Autismo e o Consumo de Leite e Derivados. Pelo Colunista Portal Ronival Gonçalves

Os transtornos do espectro do autismo estão crescendo de forma alarmante, no mundo inteiro. O autismo, como a principal doença desse grupo de transtornos, além de aumentar assustadoramente, é uma doença incapaz de ser completamente compreendida pelas autoridades e, por isso mesmo, passível de ser diagnosticada incorretamente e, pior ainda, de ser tratada inadequadamente. Essa doença deriva de disfunções neurológicas que se processam durante o desenvolvimento inicial do bebê, seja no útero ou fora dele. O tecido neuronal, mal formado, devido aos danos produzidos por vícios e hábitos errados, torna-se incapaz de processar as informações corretamente. É por esse motivo que doenças como ao autismo não têm cura, dentro da medicina convencional. Por isso, o importante é prevenir, desde a gravidez, comportamentos maternos que possam afetar a capacidade neurológica da criança. Entre esses comportamentos, os que dizem respeito aos hábitos alimentares devem ter uma atenção toda especial. Atenção que deve ser redobrada após o nascimento do bebê.

Entre os alimentos considerados prejudiciais para a correta formação dos suportes neurológicos da criança, tanto durante a gestação quanto após a mesma, estão o leite e seus derivados, principalmente o queijo. Por que certas pessoas são tão viciadas em queijo? A resposta é que os laticínios, especialmente o queijo, possuem uma substância proteica chamada caseína. Segundo o Dr. Neal Barnard, pesquisador clínico e presidente-fundador do Physicians Committee for Responsible Medicine, essa substância, ao ser digerida, é quebrada pelas enzimas digestivas e se transforma em casomorfina, uma substância semelhante à morfina. A casomorfina se dirige para o cérebro e é assimilada pelos receptores cerebrais da mesma forma como ocorre com a heroína. Dessa forma, como ocorre com essa droga, é criada uma dependência química por parte dos neurotransmissores, e a pessoa precisa estar sempre comendo queijo, para obter a sensação de bem-estar necessária.

O Dr. Michael Greger, nutrólogo, responsável pelo NutritionFacts.org, importante veículo de saúde na internet, explica que as casomorfinas podem ter um tremendo papel em mortes súbitas de bebês e, também, no desenvolvimento do autismo. Essas substâncias alterariam os padrões neurológicos do bebê, da mesma forma que uma droga psicotrópica altera as funções neurológicas de um adulto, levando não apenas à dependência química, mas à própria destruição do tecido neuronal. As substâncias interfeririam no desenvolvimento normal das células nervosas do cérebro, comprometendo a funcionalidade da mesma.

O problema é agravado pelo fato de que mulheres grávidas, que tomam o leite de vaca e/ou fazem uso de laticínios, estão passando dioxinas venenosas para o feto. Da mesma forma, as mães que dão leite de vaca para crianças recém-nascidas estão transmitindo essas substâncias para as mesmas. E, assim, correndo o risco de prejudicarem o correto desenvolvimento neurológico da criança ou de agravarem um possível quadro de autismo já existente. O fato é que o uso do leite de vaca traz pouco benefícios para a alimentação humana e, em nossos dias, ele está se tornando objetável. Em se tratando das crianças, então, esse uso deveria ser totalmente evitado. Principalmente, por causa do que foi mencionado sobre a caseína. Apenas para se ter uma ideia, enquanto o leite materno possui 2,7g de caseína por litro, o leite de vaca possui 26g, ou cerca de dez vezes mais. Isso deve levar os pais a pensarem seriamente se devem trocar o leite materno pelo leite de vaca ou, mesmo, se devem alimentar seus filhos com leite de vaca e derivados.

Ronival Gonçalves

Fonte: O Que É Saúde (documentário).

O AUTISMO E O CONSUMO DE LEITE E DERIVADOS

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Publicado por Ciência E Fé Que Restauram em Domingo, 30 de junho de 2019

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