Outubro Rosa-Mentira Negra

Outubro Rosa-Mentira Negra

O mês de outubro é chamado, na área da saúde, de “Outubro Rosa”. Isso porque foi escolhido para ser o mês internacional de combate aos cânceres de mama e de colo do útero. Os números relacionados ao câncer de mama são assustadores. No Brasil, o número de casos ultrapassa os dois milhões, a cada ano. Uma doença que provoca mutilações terríveis e, mesmo, a morte, o câncer de mama tem sido considerado entre os 5% a 8% dos tipos de cânceres considerados geneticamente hereditários. Ou seja, podem ser transmitidos de pais para filhos. Para que esse pressuposto seja correto, o câncer precisa ser caracterizado, obviamente, como uma doença genética.

E assim é. Os cientistas atribuem o câncer a “uma lesão rápida e irreversível do DNA”.1 Então, “desregulada”, a célula passa a se dividir descontrolada e rapidamente. Apresentando, nas células resultantes dessa divisão, o defeito genético da célula original, o qual foi “copiado” pelo DNA. Esse defeito seria o responsável pela manifestação do câncer, em todas as suas formas. No caso dos cânceres de natureza hereditária, o defeito seria passado para os filhos, durante a fecundação. Então, em dado momento da vida, durante a divisão celular, os tecidos celulares passariam a ser afetados por esse defeito, resultando na formação dos tumores cancerosos.

Existem, leitor(a), diversas razões, científicas e espirituais, que contrariam esses conceitos científicos acerca do câncer. Em meu estudo CÂNCER: A VERDADE QUE CURA (que pretendo publicar em breve), analiso, mais profundamente, cada um deles. Aqui, vou tratar, de forma resumida, de apenas dois desses aspectos; começando do mais simples para o mais importante. Espero que o(a) leitor(a) considere seriamente essas verdades. Elas podem significar a salvação de milhões de vidas.

O ASPECTO HEREDITÁRIO DO CÂNCER

Como disse, o câncer de mama está entre os cânceres que podem ter origem genética hereditária, serem passados de pais para filhos. No entanto, existem alguns pressupostos que inviabilizam, por questões científicas, essa afirmação da Ciência.

1) A CORREÇÃO CROMOSSÔMICA, APÓS A FECUNDAÇÃO. Durante a fase de zigoto, existe um processo de correção cromossômica, que impede que eventuais defeitos genéticos afetem o posterior processo de divisão celular. Portanto, é impossível que qualquer doença possa ser transmitida geneticamente, dos pais para os filhos. A menos que elementos externos impeçam essa correta correção cromossômica. Mas, então, já não temos uma doença genética e, sim, DEFORMAÇÕES OU DISFUNÇÕES CELULARES RESULTANTES DE ANOMALIAS GENÉTICAS PROVOCADAS PELO SER HUMANO. Naturalmente, é impossível qualquer doença genética!

2) A PRECOCIDADE DAS DOENÇAS GENETICAMENTE HEREDITÁRIAS. Se o câncer é uma doença genética, porque se manifesta tão tardiamente? Pelas próprias leis da Genética, o câncer já deveria começar a se manifestar no momento mesmo da clivagem, com a formação das primeiras células do futuro ser humano! Como que a célula consegue distinguir os genes perfeitos daquele que apresenta o defeito genético, a ponto de o câncer, em muitos casos, se manifestar já no fim da vida humana? Acaso? Sorte?

3) A AUSÊNCIA DO CÂNCER NOS PAIS. A hereditariedade genética de uma doença, pressupõe que um dos pais possui o defeito causador da mesma, no seu genoma. Unicamente dessa forma, uma doença pode ser considerada geneticamente hereditária. Malformações, oriundas de problemas ocorridos durante a gestação, não podem ser consideradas doenças hereditárias. Já vimos, leitor(a), que existe um processo que torna essa transmissão genética impossível.

Mas ainda poderia perguntar: Se o defeito deve estar no DNA dos pais, porque, na maioria dos casos de câncer de mama, por exemplo, os pais dos portadores da doença não apresentam a mesma? Seria geneticamente natural que, tendo o defeito do câncer de mama em seu genoma, os pais também apresentassem, devido à divisão celular, a doença. Pois é de se esperar que, ao processar as informações genéticas referentes à sua estruturação orgânica, a célula processe, ainda, as informações referentes ao defeito genético! E aqui, leitor(a), entramos no segundo e mais importante aspecto do assunto que temos tratado.

O ASPECTO GENÉTICO DO CÂNCER

Os cientistas afirmam que o câncer é uma doença genética. Vimos, leitor(a), que pelos próprios conceitos da Biologia humana, é impossível existir qualquer doença genética. O corpo humano foi feito para ser saudável e, como apresento em meu já citado estudo, existe apenas uma razão para a existência de toda e qualquer doença. Mas quero apresentar outras razões por que o câncer não pode ser uma doença genética. Os cientistas afirmam que a célula sofre uma lesão em seu DNA, copia essa lesão e passa a se dividir desordenadamente. Vejamos, então, algumas verdades que quebram esses falsos conceitos.

1) A EXISTÊNCIA DE PROCESSOS QUE IMPEDEM O COMPORTAMENTO DESTRUTIVO DA CÉLULA. O corpo humano foi projetado para não adoecer, por si mesmo. A razão, para a existência das doenças, que apresento em meu estudo, é outra. Portanto, além do processo de correção cromossômica, que ocorre quando da fecundação, existem outros mecanismos, que funcionam no decorrer de toda a vida humana, para impedir que quaisquer elementos estranhos adentrem o interior da célula. Mas, quando isso ocorre, a célula se torna disfuncional. Então, existem dois mecanismos que são acionados para que a mesma seja eliminada imediatamente: a apoptose e a autólise. Por meio deles, a célula se autodestrói ou é destruída e eliminada pelo Sistema Excretor. Sendo assim, jamais qualquer lesão no DNA (o que é praticamente impossível acontecer, naturalmente) pode se transformar em câncer, em um corpo, antes que a célula possa ser destruída. Somente em um organismo extremamente debilitado seria possível uma proliferação desordenada de células doentes.

2) A INEXISTÊNCIA DE QUALQUER LESÃO NATURAL NO GENOMA HUMANO. Como vimos, leitor(a), existe um processo, entre a fecundação é a clivagem (primeiras divisões celulares), que impede, a qualquer defeito genético, afetar o genoma do futuro ser humano. Portanto, a menos que ocorra, durante a fecundação e a gestação, algum problema derivado de fatores externos, as células formadas serão totalmente sadias. Sendo assim, é impossível que o câncer seja uma doença genética natural. Mas os cientistas dizem que a célula copia a lesão e a transmite para as células que resultam da sua divisão. E, aqui, nós temos um problema sério, para a Ciência Médica e seus conceitos sobre o câncer.

3) A CONSTITUIÇÃO BASILAR DO GENOMA HUMANO. Os cientistas afirmam, assim, com a maior naturalidade, que a célula copia o defeito que afetou o seu Genoma. Mas isso é subestimar demais a capacidade intelectual do ser humano e, ao mesmo tempo, lançar por terra muitos conceitos paralelos da própria Ciência! Os cientistas parecem ignorar ou menosprezar, por conta da sua crença na ignorância generalizada da Humanidade, algo assaz fundamental, dentro da Genética: a base constituinte do principal elemento do Genoma, qual seja o DNA. O fato, leitor(a), é que não temos olhos verdes, castanhos ou azuis, por acaso! O mesmo pode ser dito, com relação à cor da nossa pele, do nosso cabelo, enfim. Essas características são definidas com base em informações estabelecidas no código genético, o DNA!

E tais informações não foram parar, ali, por acaso! Não evoluíram com o passar dos anos! O primeiro ser humano já tinha pele avermelhada e passou essa característica aos seus descendentes! Coloque, leitor(a), uma folha de papel, com a palavra “BRANCA”, junto a um pedaço de carne crua. Agora, espere para ver a carne ficando branca! Quando você acha que isso vai acontecer, por influência da palavra? Claro, nunca! Para que a carne ficasse branca, por meio da informação contida na folha de papel, seria necessário que essa informação fizesse parte da constituição proteica da carne!

Essa é a mesma dificuldade que os cientistas encontram, para explicar a diversidade genética, por meio do acaso evolutivo! Olhos não se tornam azuis, verdes, castanhos, por acaso! É preciso ter informação condicionando-os para isso! E essa informação precisa estar acondicionada aos diversos elementos que formarão os tecidos e órgãos humanos. Agora, se já é impossível o acaso criar algo como um olho, quanto mais criar a informação que dará distinção e uma beleza peculiar a esse olho! Mas, é nisso que os cientistas, em sua grande maioria, acreditam!

Voltando ao câncer, é notório que o DNA, a fim de promover a proliferação dessa doença, precisa não apenas copiar o defeito responsável pelo mesmo! Ele precisa, ainda, transformar tal defeito em informação! Precisa codificar esse defeito, de forma que ele se torne parte da sua constituição genética! Caso contrário, o defeito afetará apenas a célula original. E esta, obviamente, será destruída. É absurdo somente pensar em algo parecido com o que foi dito! Isso extrapola toda possibilidade científica ou matemática! A existência de informação, no código genético, aponta para a existência de uma Mente Superior, Responsável por criar e

manter a vida humana. E, se Deus, por um motivo sublime, não colocou a informação responsável pelo câncer, no Genoma humano, quando da Criação, por que permitiria que o próprio DNA, afinal, criasse essa informação por si mesmo? Reflita, leitor(a)!

Creio que vimos o suficiente, para termos uma ideia do dilema que estamos vivendo. O que parece ser, não é. E o que é, está sendo mantido oculto do conhecimento humano. Os profissionais da saúde podem colorir os meses de amarelo, de rosa, se dizendo preocupados com o bem-estar do seu semelhante. Mas haverá sempre o negro, da mentira; promovendo o sofrimento e a morte de milhões de pessoas. Principalmente, pelo câncer! São pessoas que estão sendo enganadas, presas a tratamentos dolorosos e ineficazes contra a verdadeira causa do câncer. Milhões delas, morrendo, muitas vezes, precocemente! Que possamos acordar e buscar conhecer esses assuntos por nós mesmos! Ou o custo será muito caro! Pense nisso, leitor(a)!

 

Chantal Chevalier-Martinelli, CONVIVENDO COM O CÂNCER, pág. 21.

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